terça-feira, 2 de março de 2010

Fatias de Lua no Café da manhã

Eu amo o azul da noite
como lúcifer amou deus
até que a dúvida amanheça
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Me apaixono pelo nada
Do finito ao impossível
antes que sol apareça
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Escrevo em álcool meu infortúnio
na fumaça cavo meu túnel
até que a carne apodreça
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Sopro ao vento fúteis palavras
injeto na veia minhas mágoas
para que um dia eu me esqueça
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E com névoa vem aurora
rasteja o anjo sem asas
no túmulo da ressaca
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A cabeça explode em fragmas
Uma fabula em que a privada
na alma enfia a faca
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Em tempo de muito trabalho, saudade do hard core !!!
Dia 13 tem !

http://www.fotolog.com/dordeouvido

4 Versos:

Mirse Maria disse...

Nossa que lindo, Tomaz!

Apaixonante do início ao fim!

Parabéns, amigo!

Beijos

Mirse

Felipe da Costa Marques disse...

Hard Core!!!

BAR DO BARDO disse...

Fio que não se perde nem a pau.

Manda bronca, véi!

Mai disse...

Ui...Hard...
Forte feito uma cachaça mineira.

bjo