
O cheiro da luxúria
amanheceu em meu rosto
Teu suco, Nêga...
Suave e mortal como uma agulha
Se nossos gemidos fossem verso...
Ah, minha nêga
Seria surdo o mundo por algumas linhas
perdidos no tempo de nosso universo
Tuas unhas são como um beijo
passeando em meu corpo, marcado
Seus dentes são meu conhaque
Mordendo uma dose saborosa de pecado
Moraria em tuas pernas, nêga
Os talheres de nosso prazer
me lambuzando em sua essência
O inferno que muitos querem ter
8 Versos:
Atualização em grande estilo! ;)
Abraços
Provocante, lindo!
Meus parabéns!
e nega nervotica
É sempre bom te ler, TOMAZ!
Mesmo que só às vezes.
Belo poema que me levou às asas de Celúrio. Segundo ele, é triste o os gemidos dos amantes.
Belíssimo!
Presente do dia dos namorados?
Beijos
Mirze
De um lirismo apaixonadamente infernal!
mando bem, Tomaz!
abraço!
Tomaz,
voltaste arrepiando...
Forte e inexoravelmente belo.
Muito bom Tomaz, adorei!
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