quarta-feira, 9 de junho de 2010

Diaba !



O cheiro da luxúria
amanheceu em meu rosto
Teu suco, Nêga...
Suave e mortal como uma agulha

Se nossos gemidos fossem verso...
Ah, minha nêga
Seria surdo o mundo por algumas linhas
perdidos no tempo de nosso universo

Tuas unhas são como um beijo
passeando em meu corpo, marcado
Seus dentes são meu conhaque
Mordendo uma dose saborosa de pecado

Moraria em tuas pernas, nêga
Os talheres de nosso prazer
me lambuzando em sua essência
O inferno que muitos querem ter

8 Versos:

Lou Vilela disse...

Atualização em grande estilo! ;)

Abraços

Joana Masen disse...

Provocante, lindo!
Meus parabéns!

Marco Cardoso disse...

e nega nervotica

Mirze Souza disse...

É sempre bom te ler, TOMAZ!

Mesmo que só às vezes.

Belo poema que me levou às asas de Celúrio. Segundo ele, é triste o os gemidos dos amantes.

Belíssimo!

Presente do dia dos namorados?

Beijos

Mirze

Felipe da Costa Marques disse...

De um lirismo apaixonadamente infernal!

mando bem, Tomaz!

abraço!

Adriana Karnal disse...

Tomaz,
voltaste arrepiando...

André HP disse...

Forte e inexoravelmente belo.

Gisele Freire disse...

Muito bom Tomaz, adorei!