Eu sei que o gatilho é leve
neste peso que carregas no peito
Disparo o que eu sinto aos olhos
Amor e medo!
A arma e o defeito
As balas se desintegram
mas o buraco ali necrosa
Dilacerado e transbordando
dor, mágoa e lágrimas...
Inexplicáveis em simples prosa
Agridoce como sorriso apaixonado
tuas feridas tem vida própria
Não mais espinhos e sim pregos
agora habitam tão bela rosa
E então vamos queimar essa porra toda
Arranhando abraços e beijos em nossa enfermidade
Integrados ao conjunto da flora dos erros
Pregos, balas e rosas são apenas uma unidade
5 Versos:
Entre mortos e os fé[r]-idos... :)
Amigo, Engenheiro e Apaixonado;
Tu morres no final,
Tu morres no final da palavra
Se fossemos eternos, garanto,
Tu morres no final...
Abraço Cruzmaltino!
Té!
Belo, forte e intenso!
Assim é sua poesia, TOMAZ!
Mas bebo assim mesmo.
Um abraço!
Mirze
Adorável e melindroso - o medo parideiro - elaiê!!!
- Henrique Pimenta
Você manja, garoto.
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