
A desova do erro é a conseqüência
À vista, e em tempo real
Sem pindureta, nem cheque especial
Apenas o débito da escolha sem anuência
Usar a si mesmo como moeda
Faz da alma um cheque sem fundo
Carimbado no verso com decadência
E se a cotação estiver em queda ?
No extrato, o prejuízo é fecundo
Voltemos então a ela, a conseqüência.
Erupção dos nervos em evidência
Do céu ao chão em um segundo
Na face, expresso remorso imundo
Ao idioma palavrão, peço licença:
Vá se fuder no inferno !
De coração, desejo a ti
Valor material do mundo
Enfie no cu as malditas notas!
Pagando com juros tua incoerência.
* Fonte da Imagem : http://downloads.open4group.com/wallpapers/1024x768/papel-dinheiro-7639.html
2 Versos:
No cu então!
(DELES!!!)
Não canso de reler esse poema!
Estou passando para dizer Obrigada pela visita e também que gosto mesmo do que vc escreve!!!
Te deixo um grande beijo e um ótimo fds.
♥ ^_^•
Postar um comentário