quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Pândega !


Ela se diz ninfomaníaca
Do tipo que surta e dá porrada!
Faz da cama, coração...
E da buceta, sentimento!

Em seu olhar, vejo morte !
Vazio preenchido de nada...
Maquiando dor com uma trepada
Um motel abandonado ao som do vento

Que delícia de farsa, meu bem!
Tua mentira, tua trapaça
Agridoce, tipo vinho seco na taça
Uma porção completa de desdém

Não se espante com a falácia
É só a oração do sexo...
Sem amor, nem compromisso
Pode ajoelhar, dizer amém !

3 Versos:

Kiro Menezes disse...

Quanta força... quanta audácia!

Teus dizeres são a obcenidade da mente humana, essas q se escondem sob mascaras e desejos pútridos...!

Belíssimo!!!

BAR DO BARDO disse...

Bom o mal!!!

Abraço!

André HP disse...

Lirismo surgiu como uma valsa vulgar.

Abraço & admiração, poeta.